A formaçao do homem

"O que um homem pode ser, ele tem de ser" A. MASLOW



terça-feira, 22 de Novembro de 2011

A CONTRIBUIÇÃO DE ARISTÓTELES NA SISTEMATIZAÇÃO DA METAFÍSICA COMO DISCIPLINA DA FILOSOFIA

INTRODUÇÃO
 O presente trabalho é um breve estudo sobre: A contribuição de Aristóteles na sistematização da Metafísica como disciplina da Filosofia.
Todos os comentários que aqui fazemos se fundamentam em autores de referência neste vasto campo de pesquisa filosófica e são mencionados mediante uma nota de chamada. Como análise filosófica, impus-me, a fidelidade total à expressão e ao conteúdo do pensamento do autor, espero não ferir a lógica do filósofo e espero também, que este esforço seja bem aceite, embora seja eu o primeiro a me sentir insatisfeito.

1. A Vida e as obras do Autor
Aristóteles nasceu em Estagira entre 384/3- e morreu em Cálcis a 322 a.C. Aos dezoito anos viaja para Atenas e ingressou na academia platónica, aqui ele amadureceu e consolidou a sua vocação filosófica, tanto que permaneceu nela durante 20 anos, foi discípulo de Platão e abandonou a academia após a morte deste, foi preceptor de Alexandre o Grande (343/2-336), fundou em Atenas a escola Peripatética (335). Desde então foram esses anos mais fecundos na produção de Aristóteles, o período que viu o acabamento e a grande sistematização dos tratados filosóficos e científicos que chegaram até nos. 
As obras mais importantes foram: Metafísica (14 livros); Física (8 livros); Ética a Nicómaco (10 Livros), Política (8 Livros), De Anima (3 Livros), Poética (1 Livro).[1]
Aristóteles foi o primeiro a elaborar um sistema completo de Lógica. Opondo-se ao idealismo platónico, demonstrou que as ideias não podem existir separadas das coisas, mas nem as imanentes. A relação entre a coisa e ideia altera-se em relação de matéria e forma: a primeira a é potência pura; a segunda determinação em potência em acto.
A realidade é unidade da matéria e forma. O devir das coisas procede do trânsito da potência ao acto. Só Deus é acto puro, único eterno.[2] São pensamentos similares a estes que vamos expor nos próximos tópicos, procurando sempre ser fiel as interpretações que aproximam a fonte. 

2.      A diferença entre Aristóteles e seus antecessores na elaboração Metafísica.
Embora a ontologia tenha começado com Parménides e Platão, costuma-se atribuir seu nascimento a Aristóteles quando este explicitamente formula a ideia de uma ciência ou disciplina que tem como finalidade própria o estudo do Ser, denominando-se filosofia primeira. Além disso, três outros grandes motivos levam a atribuir a Aristóteles o início da metafísica[3]:
1.      Diferentemente de seus dois predecessores, Aristóteles não julga o mundo das coisas sensíveis, ou natureza, um mundo aparente e ilusório. Pelo contrário é um mundo real e verdadeiro cuja essência é justamente, a multiplicidade de seres e a mudança incessante;
2.      Aristóteles considera que a essência verdadeira das coisas naturais e do seres humanos e de suas acções não esta no mundo inteligível, separado do mundo sensível, no qual as coisas físicas ou naturais existem e onde vivemos. As essências, estão nas próprias coisas, nos próprios homens, nas próprias acções e é tarefa da filosofia primeira conhece-las ali mesmo onde existem e acontecem;
3.      Ao se dedicar a filosofia primeira ou metafísica, a filosofia descobre que há diferentes tipos de seres ou entes que se diferenciam justamnete por suas essências. Para Parménides havia apenas o ser único, uno e imutável, para Platão, havia as coisas materiais ou sensíveis, sujeitas a mudança, e que eram cópias imperfeitas ou sombras do verdadeiro ser ou da realidade, as ideias. Podemos perceber que o critério de Parménides e de Platão para distinguir a realidade verdadeira e a aparência é a ausência ou a presença de mudança. Aristóteles também usará o mesmo critério de diferenciação dos seres, porém de maneira inteiramente nova.
Mudança, em grego (Kínesis[4]) que significa movimento, desta palavras derivam palavras em português como cinético, cinema, cinemática, que em inglês diz-se movie. Movimento não significa, simplesmente mudança de lugar ou locomoção. Significa também toda e qualquer mudança que um ser sofre ou realiza. Por isso é movimento:
1.      Toda a mudança qualitativa de um ser qualquer, por ex. a semente que se torna árvore, o animal que morre.
2.      Toda mudança ou alteração quantitativa, por ex. um corpo que aumente ou diminuía de volume, a divisão de um corpo em partes etc.
3.      Toda mudança de lugar ou locomoção, por ex. subir, descer, cair, vibrar
4.      Toda alteração que passe da acção a passividade ou vice-versa, por ex. de cortar a ser cortado, de amar a ser amando.
5.      Por fim é movimento toda a geração ou nascimento e toda a corrupção ou morte dos seres, nascer, viver e morrer são movimento
Em suma, o devir, em todos os seus aspectos, é o movimento. E Parménides e Platão excluíram o movimento da essência do ser. Enquanto que Aristóteles nega que o movimento e Não-Ser ou irrealidade sejam o mesmo. E diferenciaram os seres conforme estejam ou não em movimento.
Existe a s essência dos seres que são e estão em movimento, isto é, os seres físicos ou naturais (minerais vegetais, animais), cujo modo de ser se caracteriza por nascer, viver, mudar, reproduzir-se e desaparece. São seres em devir e que existem no devir.
Existe a essência dos seres matemáticos, que não existem em si mesmo, mas como forma das coisas naturais, podendo, porém ser separados delas pelo pensamento e ter suas essências conhecidas, são seres que, por essência, são imóveis, isto é, não nascem, não mudam, não se transformam nem perecem, não estando no devir
Existe a essência de seres cuja essência é imutável ou imóvel, não nascem, não se transformam e não perecem, mas que realizam um movimento local perfeito, eterno, sem começo nem fim: os astros, que realizam o movimento circular.
E, finalmente existe a essência de um ser eterno, imutável, imperecível, sempre idêntico a si mesmo, perfeito, imaterial, do qual o movimento esta inteiramente excluído, conhecido apenas pelo intelecto, que o conhece como separado do nosso mundo, superior a tudo que existe, e que é por excelência: o ser divino.
Para cada um desses tipos de ser e suas essências existe uma ciência teorética própria (física, biologia, psicologia, matemática, astronomia etc.). Mas também deve haver uma ciência geral, mais ampla, mais universal, anterior a todas essas, cujo objecto não seja esse ou aquele tipo de Ser, essa ou aquela modalidade de essência, mas o ser em geral. Trata-se de uma ciência teorética que investiga o que é a essência e aquilo que faz com que haja essências particulares e diferenciadas. Isto é, deve haver uma ciência que estude o ser enquanto ser, sem considerar as diferenciações dos seres.
Essa ciência mais alta, mais ampla, mais universal é a filosofia primeira, escreve Aristóteles no primeiro livro da obra conhecida como Metafísica.[5]

3.      A metafísica aristotélica.
Na metafísica, Aristóteles afirma que a filosofia primeira estuda os primeiros princípios e as causas primeiras de todas as coisas e investiga “o Ser enquanto Ser”. A dizer isso ele quis afirmar que a filosofia primeira estuda as essências sem diferenciá-las em essências físicas, matemáticas, astronómicas, humanas, etc., pois cabe `as diferentes ciências estuda-las como diferentes entre si. A Metafísica cabe três estudo:
1.      O ser divino, a realidade primeira e suprema da qual todo o restante procura aproximar-se, imitando sua perfeição imutável. As coisas se transformam, diz Aristóteles, porque desejam encontrar sua essência total e perfeita, imutável como a essência divina. É pela mudança incessante que buscam imitar o que nunca muda. Por isso, o ser divino é o primeiro motor imóvel do mundo, que é aquilo que, sem agir directamente sobre as coisas, ficando a distância delas, as atrai, e é desejado por elas. Tal desejo as faz mudar para, um dia, não mais mudar. A mudança ou o devir são a maneira pela qual a natureza, ao seu modo, se aperfeiçoa e busca imitar a perfeição do imutável.
2.      O dos primeiros princípios e causas primeiras de todos os seres ou essências existentes.
3.      O das propriedades ou atributos gerais de todos os seres, sejam ele quais forem, graças aos quais podemos determinar a essência particular de ser particular existente. A essência particular de ser particular existente. A essência ou ousia é a realidade primeira e última de um ser, aquilo sem o qual um ser não poderá existir ou deixara de ser o que é. A essência, entendida dessa perspectiva universal, Aristóteles da o nome de substância, e a Metafísica estuda a substância em geral.[6] 

4.      Os principais conceitos que suportam Metafísica aristotélica enquanto disciplina filosófica
Os principais conceitos da Metafísica aristotélica e que depois se tornarão as bases de toda a Ontologia ocidental podem ser sintetizados nos seguintes:[7]
a)      Primeiros Princípios: são os três estudados na Lógica: identidade, não-contradição e terceiro excluído. Os princípios lógicos são ontológicos porque definem as condições sem as quais um ser não pode existir nem ser pensado; os primeiros princípios garantem, simultaneamente, a realidade e a racionalidade das coisas, razão pela qual alguns autores afirmam que “todo o problema metafísico esta em volta de teoria do conhecimento, do problema da relação sujeito objecto”.[8]
b)     Causas Primeiras: são aquelas que explicam o que é a essência e também a origem e o motivo da existência de uma essência. Causa para os gregos não só significa o porque de alguma coisa mas também o que e o como uma coisa é o que ela é. As causas primeiras nos dizem o que é, como é, por que é e para que é uma coisa, ou seja na explicação de Giovanni Reale e Dario Antiseri, Causa significa condição e fundamento.[9] As causas primeiras são 4:
1.      Causa material: aquilo de que um ser é feito, sua matéria por exemplo, agua, fogo, ar, terra.
2.      Causa formal: é aquilo que explica a forma que um ser possui. A forma é propriamente a essência de um ser, aquilo que ele é em si mesmo ou aquilo que o define em sua identidade e diferença com relação todos os outros. Ex. rio ou mar são formas de agua.
3.      Causa eficiente: aquilo que explica como uma matéria recebeu uma forma para constituir uma essência. Ex: fogo é causa eficiente que faz os copos frios tornarem-se quentes.
4.      Causa final: fundamento que dá motivo, a razão ou a finalidade para alguma coisa existir e ser tal como ela é.
c)      Matéria (hyle): é o elemento de que as coisas da natureza, os animais, os homens, os artefactos são feitos; sua principal característica é possuir virtualidade ou possibilidade de transformação (mudança).
d)     Forma (eidos): é o que individualiza e determina uma matéria, fazendo existir as coisas ou os seres particulares; sua principal característica é ser aquilo que uma essência é. É forma-na-matéria não no sentido platónico.
e)      Potência: é a virtualidade que esta contida numa matéria e pode vir a existir, se for actualizada por alguma causa.
f)       Acto: é a actualização de uma mateira por uma forma e numa forma, o acto e a forma que actualizou uma potência contida na matéria.
g)      Essência: é uma unidade interna e indissolúvel entre uma mateira e uma forma, unidade que lhe da um conjunto de propriedade ou atributos que o fazem ser necessariamente aquilo que ela é.
h)     Acidente: é uma propriedade ou atributo ou uma essência pode ter ou deixar de ter sem perder seu ser próprio. A essência é o universal e o acidente é o particular.
i)        Substância: é aquilo em que se encontram a matéria-potência, a forma-acto, onde estão só atributo essências e acidentais, sobe o qual agem as quatro causas, é o ser propriamente dito.
Aristóteles usa o conceito de substância em dois sentidos: num primeiro sentido, substância é o ser individual e existente; e no segundo sentido, substância é o género ou a espécie a que um ser individual pertence ou seja o conjunto das características gerais que os indivíduos de um género e de uma espécie possuem.
Estes fazem parte de entre o conjunto de conceitos que a Metafísica de Aristóteles se propôs como disciplina filosófica. Porém com esse conjunto de conceitos forma-se o quadro da Ontologia ou Metafísica aristotélica como explicação geral, universal e necessária do Ser, isto é, da realidade. Esse quadro conceitual será herdado pelos filósofos posteriores, que problematizarão alguns dos seus aspectos, estabelecerão novos conceitos, suprimindo alguns.[10]

5.      Campos de investigação da Metafísica
Aristóteles distinguiu as ciências em três grandes ramos: a) as ciências teoréticas, isto é, ciências que buscam o saber em si mesmo; b) ciências práticas, isto é, ciências que buscam o saber para através dele alcançar a perfeição moral; c) ciência poieticas ou produtivas as que buscam o saber em função do fazer, isto é, com o objectivo de produzir determinados objectos.
Por dignidade e valor, as mais elevadas são as primeiras, constituídas pela Metafísica, a Física, Psicologia e a Matemática. Porém aqui e agora nos interessa a Metafísica a mais elevada e é em função dela que todas as outras ciências adquirem seu justo significado prospectivo.[11]
Enquanto disciplina que se estrutura e começa a ganhar espaço este ramo de saber filosófico ela investiga[12]:
a)      Aquilo sem o qual não há seres nem conhecimentos dos seres: os três princípios lógicos-ontológicos e as quatro causas;
b)      Aquilo que faz um ser ser necessariamente o que ele é: matéria, potência, forma e acto.
c)      Aquilo que faz um ser ser necessariamente como ele é: essência e predicados ou categorias.
d)     Aquilo que faz um ser existir como algo determinado: a substância individual (substância primeira) e a substância como género ou espécie (substância segunda)
Em suma a Metafísica estuda “o Ser enquanto Ser”, essa é perspectiva apresentada pela escritora brasileira Marilena Chaui em seu livro Convite `a Filosofia, embora de fácil compreensão achamos um pouco trivial essa exposição, que podemos encontrar também em Batista Modin.
Mas fiquemos com a síntese dos italianos Reale e Antiseri que nos apresentam de forma clara a definição e campo de investigação: a) a metafísica indaga as causas e os princípios primeiros ou supremos; b) a metafísica indaga a substância; c) a metafísica indaga o ser enquanto o ser, d) e por fim a metafísica indaga Deus e a substância supra-sensível.
Essa foi a poderosa síntese elaborada por Aristóteles começada por Tales a Platão e agora torna-se linhas mestras de uma disciplina que quer estruturar o raciocínio humano e quer-se impor como cosmovisão, objectivo que foi alcançado e consolidado.[13]

6.      Impacto da elaboração metafísica aristotélica na História do pensamento
A escola fundada por Aristóteles num primeiro momento não teve expoentes importantes e assim o pensamento do mestre caiu logo no esquecimento. Reaparece e é reapropriado durante a idade Media, primeiro no mundo árabe e depois no mundo cristão.
Do encontro do pensamento aristotélico com o islâmico resulta a escolástica árabe (Avicena e Averrois) do encontro com o cristianismo surge a grande escolástica católica (Alberto Magno, Tomas de Aquino, Roger Bacon, Duns Scoto, Occam). Também no renascimento (com Poponazi e Telesio) e no inicio da época moderna (com Locke) esta escola continua a ter representantes validos até aos dias de hoje[14] pois se fala de uma neo-escolástica ou mesmo um neo Aristotelismo ela hoje reaparece de um lado como exigência de superar-se os estreitos confins da história, das ciências positivas, das ciências humanas, de outro como de forma mais comum tentando trazer uma visão geral da coisas que cada um traz necessariamente consigo mesmo e que, entretanto, quase nunca se está disposto a reconhecer e muito menos a tornar rigoroso. Actualmente, apesar da hostilidade geral pela metafísica teórica, há uma metafísica necessária existencial que esta mais viva do que nunca, além dela se impor como disciplina ela estruturou o pensamento humano e este esquema governa mundo negar esse faço só pode mostrar a nossa grande crise antropológica: a negação da metafísica do homem quiçá dos outros entes.


CONCLUSÃO
A metafísica aristotélica inaugura o estudo da estrutura geral de todos os seres ou condições universais e necessárias que fazem os seres ou as condições universais e necessárias que fazem com que um ser exista e que possa ser conhecido pelo pensamento.
Afirma que a realidade no seu todo é inteligível ou conhecível em todos s seus aspectos gerias ou universais, devendo preceder as investigações que cada ciência realiza sobre um tipo determinado de ser.
Portanto ao tornar claro os principais conceitos da sua Metafísica, o génio aristotélico acabou por instaurar e lançar as bases de uma disciplina, superou seus antecessores e mestres e trouxe a metafísica aos homens foi um gesto prometeíco, traduzir e distinguir dois conceitos: o ser e o ente e as propriedades que o acompanham necessariamente.
Termos até hoje julgo eu, que muitos acabaram não conseguido explicar termos tão simples como esses remetendo tudo a palavra metafísica. Atitude muito longe da filosofia. Enfim, quem faz metafísica perscruta o mistério do ser dos entes com a finalidade de descobrir o que lhes dá consistência, e os preenche da realidade.




[1] Cfr. Giovanni Reale, Dario Antiseri, História da filosofia, Vl.  I, p. 175.
[2] Cfr. Batista Modin, Introdução a filosofia: problemas, Sistemas, Autores e Obras, p. 384.
[3] Cfr. As discussoes que podemos encontrar em Aniceto Molinaro, Metafisca, p. 30; Batista Mondin, Op. Cit.,  p. 83; Giovanni Reale, Dario Antiseri, Op. Cit.,  179. Embora discordem todos são unanimes de que Aristoteles tenha sido o sistematizador desta ciência.
[4] Kínesis é toda e qualquer alteração ou mudança experimentada por um ser: mudança de qualidade e quantidade, mudança de lugar; o nascer e morrer. O primeiro motor (o divino) é imovel porque perfeito, jamais submetido a qualqer tipo de movimento, sempre identico a si mesmo. Os seres mudam (movem-se) para realizar todas essas alterações e , um dia, deixarem de mover-ser.
[5] Cfr. Marilena Chaui, Convite `a Filosofia, pp.188-189; Cfr. Aristóteles, Metafisica: Livro I e II, Versão electrónica,  Livro I, 1º Capitulo.
[6] Ibdem.
[7] Não pretendemos esgotar todos os conceitos, tambem pela brevidade do trabalho não nos permite elencar e discutilos todos aqui. Nos limitamos a apresentar aqueles que estao mais em voga, acreditamos nos futuros trabalhos um exercicio mais acurado.
[8] Dr Carlos Machili,  Notas das aulas de Metafisica, Outubro de 2011, Universidade São Tomas de Moçambique. Maputo.
[9] Cfr. Op. Cit. p.180.
[10] Cfr. Marilena Chaui, Op. Cit., 190ss
[11]  Giovanni Reale e Dario Antiseri, Op. Cit., 179.
[12] Queriamos alertar quanto a este aspecto os autores em uso divergem bastante, uns preferem associar os campos de investigação o difinição arisototélica da Metafisica outros outros associam os campos de investigação aos objecto da Metafisica o mais interressante é que todas as perpectivas têm o mesmo pontode chegada, apenas divergem na ordem e harmonia da exposição por isso escolhemos a perpectiva de Giovanni Reale e Dario Antiseri, (Op. Cit. p. 179 ) que por motivos metodológicos apresenta uma certa hamonia e concordância expositiva e explicativa.
[13] Cfr. Aniceto Molinaro, Metafisica: Curso Sistemático, p. 31.
[14] Cfr. Batista Modin, Op. Cit. 228.

BIBLIOGRAFIA
ARISTÓTELES, Metafisica: Livro I e II, , 1984, Editora Abril S.A Cultural, São Paulo, tradução do grego de Vicenzo Coceo (versão electrónica)
BUNIN Nicholas, TSUI-JAMES E.P., Compêndio de filosofia. Ed. Loyola, 2002, São Paulo.
CHAUI Marilena, Convite `a Filosofia, 13ª edição, Ed. Ática, 2005, São Paulo.
MODIN Batista, Introdução a filosofia: problemas, Sistemas, Autores e Obras, 29ª edição, Ed. Paulus, 2009, São Paulo.
MOLINARO Aniceto, Metafisica: Curso Sistemático, 2ª edição, Ed. Paulus, 2004, São Paulo.
REALE Giovanni, ANTISERI Dario, História da filosofia: Antiguidade e  Idade Media, Vl. I, Edições Paulinas, 1990, São Paulo.

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